domingo, 20 de junho de 2010

O amor guardou você pra mim.


É tão estranho essa sensação de infinito. Parei aqui e pensei:
nem que eu vivesse três vezes esta vida, nem que eu visse
teu sorriso milhares de vezes, nem que eu pudesse te abraçar
tendendo ao infinito... Nem que eu tentasse e tentasse por
diversas vezes, conseguiria definir isso que não tem definição.
És tudo de bonito que se encontra num lugar só e que um anjo
olhou, abençoou e disse: é teu.
E foi assim, assim que aconteceu.
Ouvi tua voz, senti teu coração e, desde então, o meu parece que
vai parar... toda vez que te encontra.
Fico assim, te esperando, pensando em distintas maneiras de te
fazer sorrir, com a pretensão de levar uma vida de felicidade.
Com a pretensão de te fazer feliz, morrer de amor...
Ou melhor, viver. Viver de amor.
Meu amor.
Teu sorriso é aquele que só realmente quem sente coisas bonitas pode ter.
Teu coração parece que não existe, teus sonhos são lindos e alegrar-me com eles é o combustível que torna a minha vida mais rara.
Nos juntar nesta empreitada de descobertas, de lutas, de vitórias e tristezas é o desafio mais cativante, único e especial que alguém já foi capaz de sentir, nesse espetáculo breve de tempo chamado vida.
Minha vida, razão dos meus suspiros e expectativa de ter, ao menos, mais um segundo ao teu lado.
Pode parecer não ter sentido. Mas quem disse que é necessário tê-lo?
O melhor da vida não tem sentido... O que não tem sentido é forte o suficiente pra ser infinito: pra vida toda, por um segundo.