Tem dias em que a saudade bate.
E é, então, que a gente mais se orgulha por ter uma vida que (de fato) foi vivida.
Porque só quem sente, pode dizer o quão maravilhoso é ter um pedacinho de você com uma outra pessoa.
Só quem sabe o que é a sensação desconcertante de se sentir pequeno, diante de um sentimento tão grandioso, pode dizer que encontrou um pedacinho da felicidade. Pode dizer que se entregou, que sentiu com intensidade, carinho e dedicação tudo que poderia sentir, tudo o que poderia amar.
Saudade doída é aquela de quem tá longe.
Mas logo, logo, esta se transforma num coração que sorri bonito: aquele de quem tem a certeza de que amou, foi, e é amado.